quinta-feira, 29 de maio de 2014

LIÇÃO DE CASA (8º ANO) - 29/05


LIÇÃO DE CASA (7º ANO) - 29/05


LIÇÃO DE CASA (6º ANO) - 29/05


LIÇÃO DE CASA (9º ANO) - 29/05


LIÇÃO DE CASA (9º ANO) - 28/05


LIÇÃO DE CASA (8º ANO) - 28/05


LIÇÃO DE CASA (7º ANO) - 27/05


LIÇÃO DE CASA (6º ANO) - 27/05


quarta-feira, 21 de maio de 2014

LIÇÃO DE CASA (6º ANO) - 21/05


LIÇÃO DE CASA (6º ANO) - 20/05



LIÇÃO DE CASA (7º ANO) - 21/05


LIÇÃO DE CASA (7º ANO) - 20/05


LIÇÃO DE CASA (9º ANO) - 21/05


LIÇÃO DE CASA (9º ANO) - 20/05


LIÇÃO DE CASA (8º ANO) - 21/05


LIÇÃO DE CASA (8º ANO) - 20/05


terça-feira, 20 de maio de 2014

Projeto Aluno Nota 10.0


Calendário de Avaliações - 9º ano / 2º Bimestre


Calendário de Avaliações - 8º ano / 2º Bimestre


Calendário de Avaliações - 7º ano / 2º Bimestre


Calendário de Avaliações - 6º ano / 2º Bimestre


Trabalho de Matemática - 6º ano - 20/05/2014


Trabalho de Matemática

Professora: Márcia Dezotti
Data: 20/05/2014
Sala: 6º ano

Planificações e montagem dos sólidos geométricos: Cubo, Triangulo, Paralelepípedo, Cilindro e Cone.


segunda-feira, 19 de maio de 2014

LIÇÃO DE CASA (9º ANO) - 19/05


LIÇÃO DE CASA (8º ANO) - 19/05


LIÇÃO DE CASA (7º ANO) - 19/05



A Cidade e o Mar!

 Meu dilema se anuncia sempre que ouço o barulho das ondas se quebrando, o canto de pássaros, ou vendo vegetações soçobrarem naquilo que chamam de chão.  Na verdade sinto náuseas quando me apoio em terra firme, dói minha alma atracar portos, não sou daqui... Pertenço ao mar!


 As sociedades me entontecem, por seus caminhos, campos e rotas, pessoas que navegam apressadas sempre pelos mesmos lugares, uma rotina que enlouquece e cria sonhos distorcidos. Pergunto se essa loucura que toma vagarosamente as pessoas exerce algum tipo de prazer. E se exerce, será ele tão vicioso que elas não percebem a sua escravidão?

   
 Suas embarcações e cabines de dormir que não se movem, altas edificações iluminadas, onde pessoas se aglomeram, moram uma acima da outra, ou não moram, quase se trombam, mas, não se veem, não se sentem e nada sentem, não há desprezo, indiferença, ódio ou rancor, simplesmente nada sentem. Estão envoltos de uma total solidão, uma mistura de pânico e medo, a todo o momento são visitadas por seus fantasmas pessoais. O ceticismo das cidades não se voltou apenas contra seus deuses e crenças, a ausência de fé está hoje contra o próprio ser humano.

 Chego já com saudade de minhas águas firmes, a meu Deus levanto as velas e peço que os anjos me soprem para lugares cada vez mais distantes daqui. 

 Não nego que eu não tenha meus fantasmas, como eu poderia. No mar também existem tormentas, tempestades e coisas inimagináveis. Já naufraguei, sofri e fiz muita gente chorar, já amei e me deixei amar ao longo de minha vida, e certamente o destino me pregará peças ainda piores. Porém, sou dono de meu leme e navego minha vida, tendo como bússola a minha alma. E não existirá piratas, sereias ou dragões que podem me impedir de ser feliz, e nada vai impedir que eu levante a minha âncora e parta. Fazendo com que meu coração navegue e voe por esse mar.
          
 Aos céus levanto os meus braços e de joelhos agradeço pela imagem da janela não ser sempre a mesma, é impossível viver assim. O mar me refugia em horizontes vazios. Aqui eu passarei a minha vida inteira. Nesse ponto também tenho como companheira a solidão, porém, essa é uma solidão sincera, e perante a falsidade do mundo, prefiro continuar ouvindo somente a minha própria voz. Esperando as luzes de outro porto,  desejando... temendo o que eu mais odeio.


Raphael G. Norberto
In: raphaelnorberto.blogspot.com

sexta-feira, 16 de maio de 2014

ALUNO NOTA DEZ - Gustavo M. Rossi (16/05/2014)


Prova do Livro "O Poeta que Fingia"

01) Explique o título do livro?

R. O próprio Fernando Pessoa no livro fala a João Fernando uma coisa curiosa sobre os poetas, que é: O Poeta é um fingidor que finge tão bem que chega a fingir que dor a dor que deveras sente. Ele diz que o poeta finge tudo, até um sentimento e uma emoção. O importante para o poeta não é expressar um sentimento real e sim convencer o leitor que é real.

02) Ao partir de Lisboa em direção a Durban, na África do Sul, Fernando Pessoa (...) experimentava um sentimento "ambíguo de tristeza e alegria". Explique por que?

R. Estava triste por ter que deixar sua terra natal de que gostava tanto, porém estava feliz de ir a África do Sul, um lugar desconhecido, que só conhecia por fotos que o padrasto lhe mandava e que a tanto tempo excitava sua imaginação.

02) Fale sobre as principais características dos seguintes personagens:

A) Maria do Carmo
B) Fernando Pessoa
C) João Fernando
D) Pedro de Alcântara
E) Mariana

R. Maria do Carmo é uma mulher dócil, amável e de ótimo coração. É "baixotinha", gordinha e cozinha como ninguém.
Fernando Pessoa é um poeta magro e de finos bigodinhos. É um homem solitário que em sua infância preferia os amigos imaginários as pessoas reais. Suas poesias eram um tanto melancólicas. 
João Fernando é um garoto muito esperto que se dedicava a escola, porém, depois que sua mãe (Mariana) morreu teve de começar a trabalhar. Amava ler, seus livros eram a única coisa que lhe tirava de sua vida de miséria e recriminações de seu pai (Pedro de Alcântara).
Pedro de Alcântara é um "malandrão" que trabalhava em uma mercearia, mas preferia as tascas vagabundas ao martelo e o prego. Era pai de João Fernando e marido de Mariana.
Mariana era uma mulher muito dedicada e honesta, ela que  colocava comida na mesa de João Fernando e Pedro de Alcântara. Morreu após a partida do irmão.

03) Faça um breve resumo sobre toda a narrativa. E não se esqueça de colocar o desfecho.

R. Fernando Pessoa nasceu em Lisboa, porém teve que sair de Lisboa para ir a África do Sul, por causa de sua mãe (Maria Madalena) que se casou novamente com um general de Durbam. Fernando Pessoa voltou a Lisboa aos 17 anos. João Fernando é outro garoto que faz parte desta história, morava logo após o Rio Tejo, que ligava a cidade ao centro de Lisboa. Morava com a sua mãe Mariana e seu pai Pedro de Alcântara. Logo depois da ida do seu tio ao Brasil, sua vida piorou, depois sua mãe morreu de Derrame Cerebral. Sendo assim, seu pai Pedro de Alcântara, um "vagabundo" o forçou a trabalhar em um restaurante onde arrumou laços de amizade com o dono Sr. Pereira e com um freguês que habitava o restaurante, Fernando Pessoa. Apesar  da vida de João Fernando estar muito ruim, adorava os encontros com Fernando Pessoa, onde aprendeu muito sobre literatura em geral. Durante essa fase Fernando Pessoa criou três heterônimos que tinha vida e personalidades diferentes. Apesar de gostar dos encontros com Fernando Pessoa sua vida com o pai estava ruim. Porém ao encontrar uma carta do tio e viajou para o Brasil.

04) Selecione um dos poemas transcritos no livro e crie, neste espaço, um texto seu, que dialogue com o poema escolhido por você.

Ode Triunfal (pg. 189.)

R. O Autor Alvaro de Campos é uma pessoa contemporânea que em seu poema sem rimas retrata muito bem o contemporâneo. Em Ode Triunfal ele fala das maquinas, dos automóveis, dos canhões, metralhadoras, submarinos, aeroplanos e etc. As vezes chega a ficar tão entretido em seu poema que chega a se exaltar, tem momentos que chega a gritar, berrar, parecendo um louco gritando com o poema. Acho também bastante esquisito os barulhos que usa para retratar as maquinas (Huprilá, He-lá, He-Hó, H-o-o-o!, Zzzzzzz). Acho alguns termos e expressões que ele usa desnecessários pois não são dignas de um poema.

Por que tanta exaltação.


Comentário Prof. Janaína Estremaço (Língua Portuguesa)

    "Fico imensamente satisfeita em corrigir provas como esta!

    O aluno Gustavo Martins Rossi além de demonstrar muita sensibilidade, revela sua capacidade de ler e interpretar de modo singular.
     Isso me  motiva! Faz-me acreditar plenamente que ensinar Língua Portuguesa é um desafio que vai muito além do ensino da gramática, mas sim do despertar para a literatura."












Obrigatório o Uso de UNIFORME ESCOLAR!


UNIFORME: O uniforme é a forma mais rápida e correta de identificar o aluno na vinda, dentro, e ao sair da Escola. Então, o uso do mesmo está regulamentado como obrigatório no regimento escolar do Colégio Branca Alves de Lima. 

     Apesar de um pequeno grupo de alunos não gostar dessa padronização e às vezes querer burlar, o uniforme é obrigatório e importante, já que evita que a sala de aula se transforme em um local multicolorido, ou seja, um "Desfile de Moda", podendo gerar situações constrangedoras, como uso de roupas inadequadas no ambiente escolar, situação que poderá expor o Símbolo e a Tradição da instituição de ensino,

    O Uniforme também ajuda a igualar as classes sociais, pelo menos dentro da escola.  Já que Todos os alunos utilizam roupas iguais e comparecem  com o mesmo objetivo "Adquirir conhecimento".  independente da classe social.

Estar uniformizado é dever do aluno dentro da instituição de ensino

MEDIDAS CABÍVEIS: Dessa forma, o uso de uniforme é obrigatório e todos os alunos sem exceção devem utiliza-lo. A partir de 19/05, os alunos que não estiverem devidamente uniformizados, serão encaminhados para a secretaria. O Colégio disponibilizará uma peça nova e a mesma será cobrada no boleto subsequente do mês. 

PEÇAS OBRIGATÓRIAS: Camiseta, calça, bermuda, blusa de frio.

COMPRA DE UNIFORME:  Para encomenda ou compra dos uniformes, os responsáveis deverão solicitar a ficha através da agenda ou telefone, preenchê-la e enviá-la ao colégio.
     Os uniformes encomendados só serão disponibilizados aos alunos, após a confirmação do pagamento, que pode ser feito vista ou parcelado em duas vezes (1º a vista e a 2º para 30 dias).

Desde já agradecemos a colaboração.
Atenciosamente,


A direção